Panorama
Regulamentação mais rigorosa para o Eurovisões: países em conflito não podem organizar
A União Europeia de Radiodifusão introduz novas regras para o Eurovisões, incluindo uma proibição para países em conflito organizarem o evento.

A União Europeia de Radiodifusão (EBU) anunciou na quarta-feira que os países envolvidos em conflitos armados ou que se encontram em situações geopolíticas sensíveis não poderão automaticamente organizar a próxima edição do Eurovisões. Esta alteração entrará em vigor a partir de 2027, com o objetivo de garantir a segurança do evento.
A EBU esclareceu que esta decisão resulta de discussões recentes sobre a realização do festival em países com riscos de segurança. Quando um país vence, este não poderá, nesses casos, acolher o evento, independentemente do resultado da competição.
Além desta importante alteração, a EBU também anunciou que a idade mínima para participantes do Festival será aumentada de 16 para 18 anos. Esta adaptação visa melhorar a qualidade dos atos participantes e é uma resposta às evoluções dentro da competição.

A revisão das regras surge após preocupações levantadas em edições anteriores, como em Viena, sobre a segurança e a adequação de determinados países para organizarem o festival. A EBU procura estabelecer uma linha clara e garantir a integridade do festival.
Com estas medidas, a EBU pretende também evitar controvérsias futuras e estabelecer um padrão claro no que diz respeito à organização do Eurovisões. As alterações fazem parte de uma revisão mais ampla das regras relacionadas com o evento.
A EBU fornecerá mais detalhes e diretrizes sobre estas novas regras e como estas serão implementadas na prática ao longo dos próximos meses.